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sábado, 14 de maio de 2011

Turismo um sector incontornável nas opções de política económica

O Presidente da República considera o turismo como um “sector incontornável nas opções de política económica” de Portugal, sublinhando a importância do investimento privado nessa área.

“O turismo é um sector incontornável nas opções de política económica do nosso país, pelo emprego que gera, pelo contributo que dá para a redução dos desequilíbrios das nossas contas externas e tendo em atenção a nossa capacidade competitiva nessa área, pelas potencialidades que dispomos para poder atrair os visitantes”, afirmou o chefe de Estado.

Apontando o reforço do investimento competitivo e da promoção da recuperação económica assente na geração de mais receitas externas e na criação de mais emprego, Cavaco Silva sublinhou a importância da iniciativa privada em investimentos.

Para Cavaco Silva são os empresários e a iniciativa privada que conhecem “as potencialidades e as oportunidades” e que têm “energia para ultrapassar os obstáculos que surgem no caminho”, redes de contactos e conhecimentos nos mercados externos.
Cavaco Silva fez ainda referência ao “crescimento significativo” no sector do Turismo que é esperado para este ano, quer em termos de receitas, quer em número de visitantes, e que poderá ajudar a recuperar da queda registada em 2009.

terça-feira, 19 de abril de 2011

O mercado turístico

No mercado turístico, tal como em qualquer outro, há que compreender como funcionam as forças em presença - oferta e procura - acrescento, contudo, no caso particular do mercado turístico, que a existência de alguns comportamentos singulares, quer do lado da oferta, quer do lado da procura, obrigam a uma mais atenta consideração das respectivas funções oferta e procura em causa.
No seio nuclear de uma família, considerada enquanto unidade de consumo, o "turismo" é apenas um dos inúmeros bens e serviços integrantes do seu cabaz de consumo. Na verdade, o consumidor, por estar sujeito a uma restrição orçamental, faz escolhas de consumo que são também renúncias, ou seja, por cada escolha que faz, o consumidor incorre num custo consumo (de outro bem) que não pode ser realizado porque o seu rendimento é finito (restrição orçamental).

O consumidor, enquanto agente económico, tem assim um cabaz de consumo que incorpora todas as suas escolhas, onde aplica o rendimento auferido. Essas escolhas são reveladoras da sua função de preferências, estando entre elas - ou não - produtos turísticos.

terça-feira, 8 de março de 2011

Novos produtos turísticos

O turismo deve ser entendido na perspectiva de que não existe produto turístico, mas sim uma grande variedade de serviços que concorrem para a satisfação do turista. Sendo neste, sentido que o investimento na oferta turística deverá ser realizado com o intuito de deixar satisfeitos todos aqueles que usufruem dos seus serviços.
O turista, como consumidor que é, cada vez mais exigente, e procura serviços que correspondam às suas necessidades, motivações e desejos.
Deseja obter o maior proveito e utilidade do seu tempo e do seu dinheiro, isto é, procura acima de tudo satisfação pessoal, onde são fundamentais a animação, diversão, o descanso e o exercício físico.
As motivações do turista de hoje assentam essencialmente em novos interesses "não-materiais", como a cultura, a natureza, a aventura e o lazer. Actualmente existe a necessidade de fugir ao quotidiano, de sentir-se importante como indivíduo, de reencontrar-se com algo perdido, a Natureza, que juntamente com o interesse de ocupar o tempo livre de uma maneira activa, criativa e com uma certa dose de aventura, obriga a procurar actividades novas.
O território português é um espaço reconhecidamente diversificado, possibilitando a criação de um leque bem variado de alternativas ao turismo tradicional e massificado, que não podem deixar de ser desenvolvidas.
Não devem deixar de ser desenvolvidos, porque os objectivos de qualquer região que pretenda ser uma referência turística, deve ser: afirmar-se como destino turístico; aumentar o número de turistas; aumentar o tempo de estadia; elevar o gasto médio do turista; diminuir a sazonalidade; melhorar o profissionalismo e afirmar uma cultura de hospitalidade; aumentar o emprego em actividades relacionadas com o turismo.
Para alcançar estes objectivos, é necessário apostar em melhorar, sem dúvida nenhuma, a qualidade e diversificar a oferta.
Algumas regiões, nomeadamente as do interior, pelas suas especificidades, têm de se afirmar como destinos turísticos alternativos, pois possuem capacidade de oferta reduzida no contexto da oferta concorrente (sol e praias), não podendo e não devendo por isso competir pela quantidade mas sim pela qualidade.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A recreação turística...

O turismo é hoje considerado um direito, quase uma necessidade básica, vital, entre as populações do mundo ocidental desenvolvido. Estas dispõem para tal de níveis de rendimentos elevados, férias anuais e feriados pagos, facilidades de deslocação e de circulação, segurança social, sobretudo decisiva na doença e na velhice, acesso a informação e a ofertas turísticas múltiplas e diversas. Por outro lado, tais populações são portadoras de valores culturais de liberdade individual, de democratização, de "direito à preguiça", ao repouso e ao prazer, de encontro com o Outro e reencontro consigo próprias, de realização pessoal, de descanso, recreio, evasão, animação e até mesmo de sonho e ilusão, de aventura, de busca do tido como autêntico, insólito, inédito, único...e, também, direito de vazio, de isolamento e solidão, mesmo se no meio de multidões desconhecidas e anónimas.
O turismo exprime, com efeito, uma nova relação com o tempo, com o espaço, com os lugares e com o corpo, novas estruturas e relações sociais, essencialmente efémeras, novas liberdades, incluindo a de escolha dos lugares de vida, mesmo se temporários. Assim se criam novas oportunidades regionais e locais e se alimentam novas dinâmicas de desenvolvimento. O turismo não é uma simples reacção às condições de vida das cidades, tidas por repulsivas por alguns - "engarrafamentos", barulhos, poluição, ambientes construídos - nem uma fuga e evasão compensatórias de modos de vida sentidos como alienantes, com ritmos quotidianos repetitivos e esgotantes.

sábado, 4 de dezembro de 2010

O marketing de áreas-destino

O marketing tem o potencial de contribuir para uma melhor adequação entre oportunidades de mercado e vontades, recursos e competências existentes nos destinos, permitindo assim investir neste sector de forma mais inteligente, eficaz, eficiente e sustentável.
O marketing pode ser visto como uma orientação ou filosofia de gestão que prossegue os objectivos de uma organização através da satisfação do seu mercado-alvo.
Apesar de inicialmente ter sido utilizado somente no contexto de produtos e serviços, mostrar-se-á que pode ser perfeitamente aplicado a áreas-destino. Aliás, defende-se que cada área destino aplique, de forma mais ou menos consciente, ferramentas de marketing.
O marketing propõe, efectivamente, instrumentos que visam uma optimização da utilização dos recursos e das competências da entidade que o aplique, através da optimização da satisfação do mercado-alvo, o qual deve ser estrategicamente escolhido. Estes instrumentos são designados, na terminologia do marketing, como "4 P" (produto, preço, promoção, ponto de distribuição). O próprio produto, assim como o seu preço, devem corresponder, na medida do possível, às expectativas e aos desejos do cliente-alvo. A distribuição deve proporcionar uma óptima acessibilidade ao produto e a comunicação deve ser capaz de chamar a atenção do cliente-alvo e informá-lo sobre esta oferta optimizada. No geral, pode afirmar-se que este "Mix de Marketing" deve ser escolhido e trabalhado por forma a satisfazer o mercado-alvo seleccionando, melhor que a concorrência, e assim adquirir um posicionamento favorável e diferenciado do destino, garantindo o seu sucesso num contexto cada vez mais competitivo.

domingo, 21 de novembro de 2010

Formação ambiental vs turismo

O turismo é uma actividade com inúmeras relações com o meio envolvente, sendo este último, simultâneamente, objecto da actividade turística e alvo directo e indirecto dos seus impactes. Muitos desses impactes advêm de um modelo de funcionamento que se afastou de princípios ambientais e de uma formação de profissionais que não contemplou suficientemente este tipo de aspectos.
De um modo geral, tem-se verificado uma alteração na forma de usufruto dos recursos ambientais pelo turismo, quer pela crescente exigência em matéria de boas práticas ambientais por parte dos turistas, em particular nas novas modalidades de turismo e por turistas mais exigentes, quer pela correspondente necessidade de resposta da oferta em acompanhar novas tendências e em responder a directivas europeias e mundiais de carácter ambiental para o sector.
Este contexto implica que os profissionais do turismo possuam um leque de conhecimentos e competências no campo das ciências do ambiente, de modo a que possam perceber, actuar e transmitir ao turista, novas formas de estar conducentes a uma postura mais sustentável da actividade. Este trabalho é fundamental em qualquer actividade e em qualquer componente do sistema turístico.
Por seu lado, o turismo é também um espaço privilegiado de educação ambiental, incentivando alterações nos comportamentos ambientais dos turistas, oferecendo uma nova percepção e uma maior consciencialização ambiental.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Gestão Ambiental: um novo paradigma de desenvolvimento


A nova estratégia para a sustentabilidade assenta numa gestão ambiental que incorpora um conjunto de novas metodologias para racionalizar a gestão dos recursos e numa nova atitude, ambientalmente mais consciente, da sociedade e dos indivíduos face à organização da sociedade e dos comportamentos pessoais.

Assim, a aplicação de uma correcta gestão ambiental ao sector do Turismo ganha uma nova acuidade, dado que a gestão ambiental pressupõe um particular cuidado com a conservação dos ecossistemas que constituem a matriz onde se desenrolam as actividades turísticas e, por isso, a sua degradação produz um impacto não negligenciável sobre a procura turística. As consequências que o turismo pode ter sobre o ambiente não humano levam a que as acções dos agentes turísticos sejam cada vez mais escrutinadas. Dado que o sucesso da indústria turística depende em grande medida do uso ambiental natural, torna-se fundamental avaliar a ética dos agentes turísticos em relação ao ambiente. Com efeito, a conservação dos ecossistemas é particularmente importante no Turismo em Espaços Rurais e Naturais (TERN), que têm na natureza a sua matéria-prima de eleição e sofrem directamente com a degradação dos ecossistemas.

sábado, 23 de outubro de 2010

O turismo nas áreas rurais


O turismo surge como uma das novas funções do espaço rural e constitui uma das actuais prioridades estratégicas do desenvolvimento rural pelo papel que poderá ter na preservação do potencial cultural e ambiental das áreas rurais e na promoção do desenvolvimento socioeconómico. Esta actividade poderá contribuir para a diversificação e rentabilização da base económica destas áreas, quer pela criação de emprego, quer pela melhoria dos serviços básicos e das condições de acessibilidade, quer mesmo pelo aumento da equidade entre população urbana e rural.

Perante o decréscimo da atractividade das sociedades urbanas-industriais , devido à persistência de factores como a poluição, o stress e a solidão, as áreas rurais têm-se evidenciado principalmente pela escassa intervenção do Homem. O turismo estruturado e controlado pode constituir uma mais-valia, nomeadamente na melhoria das condições de vida das populações e também na conservação da herança natural e cultural existente. Ao contrário, o turismo desordenado e massificado poderá ter consequência negativas e irreversíveis, como a degração dos recursos naturais e culturais e até o aumento da hostilidade por parte dos habitantes.

O reconhecimento social e institucional do importante papel das áreas rurais na qualidade de vida da sociedade reflectiu-se, e continua a reflectir-se, na frequente procura de pessoas não rurais por estes espaços.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

As parábolas dos autarcas

O grande crescimento dos fluxos turísticos, verificado nos últimos trinta anos, veio permitir o desenvolvimento de regiões (veja-se o caso do Algarve) e mesmo de países com consequente renovar de interesse como instrumento de desenvolvimento económico.
Contudo, embora a procura de serviços de turismo seja crescente ela tem sofrido modificações qualitativas cuja ignorância tem levado a que muitos investimentos públicos e privados no sector tenham não só sido um falhanço sobre o ponto de vista financeiro como também inviabilizado a utilização de recursos naturais não renováveis (paisagísticos, flora, etc.) cuja exploração deve ser optimizada numa perspectiva de longo prazo.
Em particular, há hoje em dia, por parte de muitos autarcas do interior do país, uma esperança exagerada na possível contribuição do turismo para promover o desenvolvimento dos seus concelhos. Tal poderá levá-los a dedicar recursos financeiros a infra-estruturas e acções promocionais que as potencialidades turísticas do seu concelho não justificam.
Sem correr o risco de exageros poderá mesmo dizer-se que no momento a região da Beira Interior é talvez a única, no interior do país, cujas aptidões turísticas justificam expectativas relativamente ao seu desenvolvimento a médio prazo.
Mas, para isso torna-se necessário trabalhar com as ferramentas necessárias para tornar essas potencialidades uma realidade.
Fica um desabafo, fiquei triste e desiludida quando li, num dia destes num site municipal de um certo concelho se encontra a seguinte noticia: ""aldeia histórica" é um destino de referência"! E pensei no momento ou ando muito distraída ou aquela gente do poder local anda a querer enganar quem? Se me disserem que é um ponto de passagem de referência! Isso sim é discurso real, que infelizmente, nem a oportunidade de ser um ponto de passagem está a ser utilizada para inverter e enveredar por um caminho certo para o desenvolvimento local.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Turismo sustentável

A sustentabilidade, que alguns estudiosos já designaram de " a quadratura do círculo", ao postular a simultaneidade da rentabilidade económica, equidade social e preservação dos ecossistemas, é um desafio que as populações locais enfrentam, dispondo actualmente de um conjunto de instrumentos onde a tradição materializada pelas especificidades locais e a inovação, produto do partenariado local com os poderes públicos e a comunidade científica, se torna hoje possível pela profunda alteração do perfil dos visitantes. Da valorização da gastronomia, da centralidade do contacto com a natureza, de um outro olhar sobre o outro, têm vindo a ser cada vez melhor sucedidas as experiências de desenvolvimento que articulam a tradição e inovação. Dos itinerários temáticos, integrados e específicos, da multiplicidade de formas de alojamento em espaço rural, das experiências de educação ambiental, as receitas estão aí, para serem bem sucedidas ou fracassarem, tanto pelo (des)envolvimento local, como pela verticalização da economia, ou pela promissora tensão entre a globalização e o reforço (reconstrução) das identidades locais.
Num mundo de profecias não cumpridas, tenhamos a humildade de aprender com o terreno e afirmar que a sustentabilidade não é um processo fácil. É possível, ou como afirmou um grande cientista desta área, refiro-me a Marie-Françoise Lanfant, "que o impossível se torne provável".

sábado, 9 de outubro de 2010

"A petrolífera do turismo"


O sector turístico, assume-se como a principal actividade económica da actualidade, e neste sentido a Organização Mundial do Turismo (OMT, 2000) prevê um crescimento para o turismo internacional muito significativo, pois irá praticamente triplicar nos próximos vinte anos, ultrapassando em termos de exportações os sectores ligados à produção petrolífera e ao comércio de automóveis. No contexto da Europa, as previsões da OMT, para 2020, apontam para 717 milhões de chegadas turísticas internacionais, correspondendo a uma quota de mercado de 46%, ajustando-se o crescimento de chegadas turísticas internacionais para 3% ao ano (OMT, 2000). Também Portugal não é excepção ao desenvolvimento desta área de actividade, assumindo-se como uma real estratégia para a economia portuguesa em virtude da sua capacidade em criar riqueza e emprego. Ao mesmo tempo que o turismo pode trazer abundantes oportunidades e benefícios, é fundamental que o seu crescimento seja efectuado de forma sustentada, quer a nível económico, cultural e patrimonial, quer a nível ambiental. Paralelamente com uma das taxas de crescimento mais rápidas de todos os sectores da economia, assiste-se a uma diversificação dos produtos turísticos que tendem a ser orientados para novas ofertas e novas experiências inovadoras e diversificadas, para o reforço das parcerias estratégicas e para a preservação do equilíbrio ambiental e a valorização do património cultural. De alguma forma, podemos dizer que o turismo precisa de desconcentrar-se e diversificar-se, aproveitando o potencial das regiões e configurando produtos turísticos alternativos.

sábado, 17 de outubro de 2009

A Região Centro como destino turístico

A Região Centro de Portugal tem grande potencial para ser transformada num destino turístico relevante ao nível nacional. Factores como a diversidade e a riqueza das atracções turísticas, a localização geográfica, as boas acessibilidades, a hospitalidade dos residentes, os preços competitivos e a segurança, são apenas alguns dos vectores que devem ser destacados para destacar e justificar o seu forte potencial turístico.
No que se refere a atracções turísticas, existem na região recursos naturais e culturais com forte atractividade, desde o litoral ao interior do país com as suas praias, rios, áreas protegidas, termas aldeias históricas, museus, castelos, igrejas, solares, artesanato e gastronomia e vinhos regionais que assumem um lugar de destaque.
A diversidade de recursos da região torna bem patente a forte capacidade para o desenvolvimento de produtos turísticos, destacando-se o turismo cultural, o turismo de natureza, o turismo de saúde, o turismo em espaço rural e o turismo desportivo. Sem esquecer de incluir nestes produtos as diversas atracções que foram sendo construídas nos últimos anos, enriquecendo e dinamizado qualquer produto turístico.
Este passo exige o desenho de estratégias e planos de captação dos segmentos de maior interesse para a região.

terça-feira, 28 de julho de 2009

" Portugal na conquista de novos mercados turísticos...!

O ano de 2008 foi o melhor ano turístico, segundo o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, Portugal tem vindo nos últimos anos a marcar terreno no sector turístico. O balanço é extremamente positivo, o turismo tem vindo assumir uma importância crucial na economia portuguesa, essencialmente pela terciarização da economia e serviços. De acordo com dados estatísticos hoje temos mais de 1,2 mil milhões de euros de receitas do que em 2004, mais de 380 milhões de euros de proveitos na hotelaria, mais de 1,7 milhões de turistas, mais 5 milhões de dormidas, mais de 28, 1 por cento de passageiros desembarcados em voos internacionais e nacionais nos aeroportos nacionais e mais 256 por cento de passageiros desembarcados em low cost. Nos últimos anos Portugal tem vindo a realizar um enorme esforço de posicionamento internacional, com um investimentos anual de 50 milhões de euros no período de 2005 e 2008. No entanto na conjuntura em que Portugal e os restantes países se encontram o desafio é muito maior, tendo vindo a desenvolver-se um forte trabalho de promoção turística em dez mercados (Reino Unido, Alemanha, Espanha, Itália, França, Holanda, Dinamarca, Finlândia, Rússia e Polónia). A estratégia de promoção do destino Portugal passa por uma aposta nos tradicionais mercados, quer pelo investimento em novos mercados emergentes, com a promoção de novas rotas aéreas, sendo disso exemplo as novas ligações para Moscovo, Varsóvia e Helsínquia e a China, um forte mercado com enorme potencial de crescimento assumindo-se como uma forte aposta para Portugal, pois em 2008 foram cerca de 50 mil os turistas chineses que visitaram o nosso país, tendo permanecido em média quatro a cinco dias em Portugal, números que se visa duplicar nos próximos anos....!