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sexta-feira, 8 de abril de 2011

I Encontro de Associações do Concelho de Mêda



Nos próximos dias 16 e 17 de Abril, irá decorrer o I Encontro de Associações do Concelho de Mêda, um evento a realizar-se na Nave de Exposições (Mercado Municipal).

Uma iniciativa da Câmara Municipal de Mêda em parceria com a Associação de Pesca Desportiva e Competição do Concelho de Mêda e o Motoclube de Mêda.

Esta acção tem como objectivo incentivar o convívio entre as Associações e a população do concelho, bem como a exposição, divulgação e demonstração das actividades desenvolvidas por estas entidades.

Uma iniciativa que conta com a participação da Associação de Desenvolvimento Local Terras da Beira no Seminário Temático: Associativismo como Promotor de Dinamização Territorial, com a abordagem de "Novos Objectivos, Métodos e Instrumentos...Um futuro para as ADL’s" (Paula Reis - Presidente da ADL Terras da Beira) a par de um stand promocional de produtos regionais e artesanato.

terça-feira, 1 de março de 2011

O sector leiteiro na região

Portugal, país de constrastes, mas de uma regularidade atroz no lugar que ocupa em relação aos países europeus no aspecto de produção de leite, produz uma quantidade ridícula deste produto, colocando-se nos últimos de Europa o que se traduz na capitação anual no atraso da nossa artesanal indústria de lacticínios, salvo pequenas excepções.
Esta decrépita situação deve-se em muito às improvisações e caprichos duma política leiteira que nunca existiu e por isso mesmo foi seguida durante anos pelos seus "mentores".
Cabe aqui citar que a Beira Interior foi orientada nessa política leiteira, assim dever-se-á aproveitar melhor a Cova da Beira e afluentes com vista ao aumento do efectivo leiteiro.
Mas fica a seguinte pergunta: o que irá suceder ao que resta do sector de leite da região nos próximos anos?

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Criação de ADLs

O número de ADLs a nível do pais, tomando como referência os dados da ANIMAR, editados no Guia das Iniciativas de Desenvolvimento Local, é de cerca de 400 entidades que, de uma ou de outra forma, se integram num conceito amplo de Desenvolvimento Local.
Podemos constatar que é nos anos 90 que muitos cidadãos e agentes locais "acordam" para as questões do desenvolvimento local. Aliando este factor à oportunidade criada pelo acesso a recursos financeiros para a execução de projectos, encontraremos as duas razões que deram origem à criação de ADLs. Assim, a constituição de associações e entidades vocacionadas para uma intervenção no local está associada a necessidades detectadas a determinadas oportunidades em cada momento. Se numa primeira fase, estas ADLs foram criadas apenas em territórios rurais, com o acentuar dos problemas de exclusão social começaram a nascer ADLs nos territórios urbanos mais fragilizados.
Uma última nota é para os períodos em que maior número de associações foram constituídas coincidem com o ano anterior à entrada em vigor de um novo Quadro Comunitário de Apoio (1989 e 1994), sendo responsáveis por parte significativa deste crescimento as Associações criadas para gerir o Programa Leader I e Leader II.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O movimento associativo

Do meu ponto de vista o movimento associativo está a perder pelo facto de não ter um estatuto, que sirva para reclamar direitos. Penso que o estatuto não invalida a criatividade e a diversidade.
As associações não conseguem viver sem programas, isso é uma evidência, porque a nossa sociedade é pobre, não consegue alimentar o movimento associativo, e devia haver talvez um maior empenho da sociedade e da comunidade no seu movimento associativo, mas é sabido quanto é que custa arrancar, por vezes, uma quota a um sócio no decorrer do ano civil.
Há esse problema de não haver sensibilização para alimentar o movimento associativo e daí a necessidade de questionar o Estado. Mas é sabido que há outros países em que o movimento associativo é mais bem tratado e são dados às associações recursos mínimos indispensáveis à sua sobrevivência, logo, penso que é muito importante este relacionamento e é preciso defini-lo. Penso que o estatuto pode vir a enriquecer a definição dessas situações, quais são as relações com o Estado e qual o orçamento que o Estado deve contemplar como verba para o associativo, coisa que agora, que saibamos, não existe e sabemos muito bem as consequências disso, quando a associação não dispõe de gestão de programas e põe-se já o alarme de quando os programas comunitários acabarem o que é que o movimento associativo vai fazer.
Penso que não devemos confundir a necessidade do movimento associativo com a oportunidade de gerir programas comunitários, de aproveitar estas oportunidades para injectar no desenvolvimento esses recursos, e confundir as duas coisas é perigoso para o movimento associativo.

domingo, 5 de julho de 2009

Terras da Beira...


A ADLTB – Associação de Desenvolvimento Local Terras das Beira, é uma associação privada sem fins lucrativos. Criada recentemente, a associação nasceu da tomada de consciência de um grupo de amigas da região das debilidades e oportunidades do território (desertificação versus valores paisagísticos/ambientais e culturais) e de uma análise dos contextos que motivam a procura de novas práticas ligadas ao turismo cultural, patrimonial e de natureza. Segundo Paula Reis (Presidente da ADL Terras da Beira), esta emana da necessidade sentida, em criar uma estrutura dinâmica e inovadora, capaz de desenvolver e promover novas formas de actuação/intervenção no desenvolvimento local, com base nos recursos endógenos do mundo rural. Sendo que, a sua área de intervenção, insere-se administrativamente na Região Centro (NUT II) e na sub-região Beira Interior Norte – Beira Alta (NUT III), parte Noroeste do Distrito da Guarda, mais especificamente nos concelhos de Mêda, Trancoso e Pinhel – intervindo numa área de cerca de 1146 Km². Ao nível de parcerias, o seu principal parceiro é uma unidade de Turismo em Espaço Rural - Casa dos Moinhos de Aveia, com a qual trabalham directamente, articulando as suas actividades com a oferta de alojamento.
Terras da Beira é constituída, por uma direcção com formação superior na área da Sociologia, Gestão (especialização em Empreendedorismo e Inovação) e Turismo(especialização em Turismo e Desenvolvimento).

É objecto social da ADLTB promover o desenvolvimento local, através da promoção dos recursos endógenos na área da valorização do património cultural, preservação ambiental, promoção sócio-cultural e promoção de unidades de turismo em espaço rural (T.E.R.).